Camisa 9 da seleção brasileira na Copa do Mundo, Matheus Cunha tratou de afastar quaisquer dúvidas sobre suas condições de usar o número histórico no esquadrão canarinho. Logo em sua primeira partida como titular no torneio, o atacante teve atuação decisiva com dois gols na vitória por 3 a 0 contra o Haiti.
Mais do que só pelas bolas na rede, Cunha teve desempenho bem positivo para o Brasil pelo papel tático que desempenhou em prol da equipe. Por mais que estivesse escalado como um centroavante, o atacante trabalhou como um "falso 9". Assim, aumentou o poderio brasileiro no meio-campo e, de quebra, criou espaços que foram atacados por Raphinha e Vini Jr.
— Eu jogo assim muito mais do que como um centroavante fixo. Sou esse jogador que flutua, preenche linhas e cria oportunidades preenchendo espaços diferentes dentro do campo. Tento ser sempre versátil para ser o melhor para a equipe, mas claro, também tento sempre fazer gols que é importante — analisou Cunha.
O atacante confessou que o empate contra o Marrocos na estreia abalou o moral do plantel canarinho e valorizou o resultado construído contra o Haiti.
— Tínhamos que ganhar e convencer não só para o externo, mas para o interno também. Somos seres humanos e tínhamos dúvidas (sobre o desempenho da equipe), é normal. Acho que uma vitória como hoje nós dá maior tranquilidade para ter um desempenho melhor nas próximas rodadas.
Surfe na comemoração
Além de marcar seus primeiros gols em Copas, Matheus Cunha apresentou ao mundo a tradicional comemoração que já se acostumou a fazer no Manchester United-ING em homenagem a uma de suas paixões: o surfe.
Sou de João Pessoa, e comecei a praticar o surfe em Bahia Formosa para desopilar de outras formas. O surfe virou parte da minha vida. Um dos meus grandes amigos é surfista, sou muito amigo do Ítalo... Acho que vejo mais surfe do que futebol (risos).
Fonte/Créditos: O Globo
Créditos (Imagem de capa): O Globo
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