Primeiro foi *Éder Militão*, nome de confiança de Carlo Ancelotti. Depois, *Estêvão, jovem prodígio brasileiro que era nome certo na lista*. Uma semana antes da Copa, *o lateral Wesley foi cortado*. *Agora, a bola — ou susto — da vez é Raphinha*. A soma de lesões transformou o lado direito da seleção brasileira num campo minado no caminho da Copa do Mundo de 2026.
O Brasil fecha a participação na primeira fase, pelo grupo C, contra a Escócia na próxima quarta-feira, em Miami, contra a Escócia, às 19h (horário de Brasília). Um empate garante a classificação da Seleção.
A Seleção recebeu a confirmação, nesta tarde de sábado, da *lesão muscular de Raphinha*, titular absoluto do ataque do Brasil. O jogador do Barcelona vai seguir tratamento intensivo para se recuperar da lesão na região posterior da coxa direita.
O lado direito do time de Ancelotti tem sido problema desde meses antes da Copa do Mundo. Em abril, Éder Militão, seu ex-jogador do Real Madrid, teve constatada lesão grave na coxa esquerda. Ele passou por exames e só deve voltar a jogar no fim de 2026.
Jogador polivalente, o zagueiro e lateral Militão era o preferido de Ancelotti para a lateral direita. O substituto imediato Wesley foi cortado depois de sentir o adutor da coxa esquerda num amistoso contra o Egito, menos de uma semana antes da estreia na Copa. Ele foi cortado e Ederson, meia da Udinese, foi convocado.
No mês seguinte à perda de Militão, outro baque na lista de Ancelotti: Estevão teve lesão grave lesão na coxa direita. Ele não fez cirurgia, seguiu tratamento convencional, mas o jogador do Chelsea não entrou nem na pré-lista de 55 jogadores de Ancelotti.
Entre as alternativas na direita, o *lateral Vanderson foi outro que sofreu lesão* e terminou descartado. A série de desfalques abriu espaço para Ibañez, que foi convocado para ser híbrido de lateral e zagueiro. Ele atuou contra Marrocos. Danilo jogou contra o Haiti e deve ganhar a vaga na lateral, posição que atuou na maior parte da carreira.
Sem Estevão, Rayan terminou ganhando espaço na lista de Ancelotti. O jovem revelado pelo Vasco substituiu Raphinha na segunda rodada da Copa do Mundo. Mas o técnico italiano também tem Luiz Henrique, jogador mais experiente e mais experimentado na seleção brasileira. O jovem Endrick *também surge como uma terceira opção*, já que atua pela direita no Lyon; porém, tem características diferentes das que o treinador costuma exigir na posição.
Fonte/Créditos: Globo Esporte
Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte
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