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Veja análise de todos os grupos da Copa do Mundo de 2026

Grupos da próxima edição da Copa do Mundo foram definidos nesta sexta-feira

Veja análise de todos os grupos da Copa do Mundo de 2026
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A Fifa definiu, nesta sexta-feira, os 12 grupos da Copa do Mundo de 2026. Ao todo, 48 seleções disputam o título mundial. O ge analisa todas os participantes da competição.

A abertura da Copa terá o duelo entre México e África do Sul, no dia 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México - as mesmas seleções protagonizaram o primeiro jogo da Copa de 2010. A final será no dia 19 de julho, no Estádio MetLife, em New Jersey, cidade vizinha a Nova York. Confira análise de todas as seleções:

Análise de Rodrigo Coutinho, comentarista da Globo
— 
Esse depende muito da seleção europeia que se classificará. A favorita é a Dinamarca. A disputa ficaria entre Dinamarca e México, apesar do favoritismo do país-sede. Os mexicanos certamente querem fazer diferente da última Copa, quando ficaram em último na primeira fase. A Coreia do Sul depende da seleção europeia que chegar, mas é candidata ao terceiro lugar. A África do Sul é o time mais fraco da chave.

 

México

 

 

  • Ranking da Fifa: 15º
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Raúl Jiménez (atacante)
  • Técnico: Javier Aguirre

 

Mais tradicional entre os países que sediam a Copa, o México quer voltar a passar da fase de grupos. Na última edição, no Catar, caiu na fase de grupos. Liderada pelo experiente Raúl Jiménez, a seleção mexicana foi campeã da Copa Ouro contra os Estados Unidos em julho de 2025.

África do Sul

 

 

  • Ranking da Fifa: 61º
  • Última participação na Copa: 2010 (fase de grupos)
  • Destaque: Teboho Mokoena (volante)
  • Técnico: Hugo Broos

 

Sem jogar a Copa desde 2010, quando sediou a competição, a África do Sul se classificou e jogou a forte Nigéria para a repescagem. Muitos jogadores da seleção sul-africana jogam no Mamelodi Sundowns, time que representou o país na Copa do Mundo de Clubes.

Coreia do Sul

 

 

  • Ranking da Fifa: 22º
  • Última participação na Copa: 2022 (oitavas)
  • Destaque: Heung-min Son (atacante)
  • Técnico: Myung Bo Hong

 

A Coreia chega sem grandes holofotes para a Copa. Além de Son, que deixou o Tottenham para jogar na MLS, e Lee, do PSG, o time tem poucos destaques no futebol europeu. No ciclo, os coreanos chegaram às semifinais da Copa da Ásia e lideraram o grupo B das eliminatórias asiáticas.

Playoff Europa D

 

A repescagem D da UEFA tem Dinamarca, Macedônia do Norte, República Tcheca e Irlanda disputando uma vaga na Copa. Dinamarqueses e macedônios se encaram em uma semifinal; o vencedor joga a decisão pela vaga fora de casa, contra o vencedor do duelo entre tchecos e irlandeses.

 

GRUPO B

 

Análise de Carlos Eduardo Mansur, comentarista da Globo
— O Grupo B tem uma curiosidade: o time vindo da repescagem europeia, e este time pode ser a Itália, não chegará ao Mundial como um azarão diante de Canadá, Suíça e, principalmente, Catar. O que deve levar a uma disputa equilibrada, mas protagonizada por times que não passam a impressão de serem candidatos a voos tão altos. Os donos da casa tentarão adicionar gols ao estilo de pressão sufocante e ataques rápidos, marca do técnico Jesse Marsch.

— A Suíça, com base bem similar à que se classificou em segundo lugar no grupo do Brasil no Mundial do Catar, tem certo favoritismo e aposta nos gols de Embolo. O time passou com autoridade pelas eliminatórias europeias num grupo com Kosovo, Suécia e Eslovênia. Já os cataris, classificados após uma vitória sobre os Emirados Árabes no triangular decisivo, ainda parecem longe de competir pela vaga.

 

Canadá

 

 

  • Ranking da Fifa: 27º
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Jonathan David (atacante)
  • Técnico: Jesse Marsch

 

País sede da Copa do Mundo de 2026, o Canadá tenta mudar o histórico do país com mais uma participação na competição. A seleção disputou a última Copa e caiu na fase de grupos. No ciclo, os canadenses foram eliminados nas quartas de final da Copa Ouro. Jonathan David, atacante da Juventus, e Stephen Eustáquio, meia do Porto, são os destaques da seleção treinada por Jesse Marsch.

Playoff Europa A

 

Os olhares para a vaga A dos playoffs europeus estão voltados para a tetracampeã mundial Itália, que tenta evitar o que seria a terceira ausência consecutiva na Copa. Os italianos encaram a Irlanda do Norte em casa. Quem vencer, enfrenta fora de casa o vencedor de Bósnia x País de Gales, em partida valendo a classificação para a Copa.

Catar

 

 

  • Ranking da Fifa: 51º lugar
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Akram Afif (atacante)
  • Técnico: Julen Lopetegui

 

Estreante e sede em 2022, o Catar participará da Copa do Mundo pela segunda vez. Agora, a missão é tentar passar da fase de grupos, depois de perder as três partidas da fase de grupos. Para isso, o país será comandado por Julen Lopetegui, ex-técnico do Real Madrid e da seleção da Espanha. O habilidoso Afif é a referência técnica do time.

Suíça

 

 

  • Ranking da Fifa: 17º
  • Última participação na Copa: 2022 (oitavas)
  • Destaque: Granit Xhaka (meia)
  • Técnico: Murat Yakin

 

Em sua sexta Copa consecutiva - tendo atingido o mata-mata em quatro dos últimos cinco mundiais -, a Suíça aposta suas fichas na experiência de um elenco acostumado a disputar grandes torneios. A seleção chegou às quartas de final da Eurocopa pelo segundo ciclo seguido, eliminando a Itália na campanha e sendo derrotada pela Inglaterra nos pênaltis. A classificação para o mundial de 2026 veio sem sustos, com quatro vitórias e dois empates em um grupo acessível, com Kosovo, Eslovênia e Suécia.

GRUPO C

 

Análise de Ana Thaís Matos, comentarista da Globo
— O grupo do Brasil nos causa mais insegurança pelos últimos quatro anos da seleção, do que pelo nosso histórico em copas. O que é normal, o futebol está cada vez mais globalizado e as seleções intermediárias como Marrocos e Escócia desenvolveram um padrão muito competitivo e contam com jogadores nas principais ligas e times do mundo, como Hakimi (PSG) e McTominay (Napoli).

— O Brasil vem crescendo, ainda é a maior seleção do Mundo e também tem grandes jogadores, mesmo que não seja mais como outros elencos. O desequilíbrio do grupo está no Haiti, que ao reencontrar o Brasil contará uma linda história, porém, o saldo de gols será fundamental nesse novo modelo de classificação e o Haiti vai ser o fiel da balança.

 

Brasil

 

 

  • Ranking da Fifa: 
  • Última participação na Copa: 2022 (quartas de final)
  • Título de Copa: 5 (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002)
  • Destaque: Estêvão (atacante)
  • Técnico: Carlo Ancelotti

 

Em busca do hexacampeonato, o Brasil passou por um ciclo complicado. Desde a saída de Tite, a seleção brasileira teve Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior no comando até a chegada de Carlo Ancelotti. Na Copa América, venceu somente um jogo e caiu nas quartas de final. O desempenho ruim continuou nas Eliminatórias, com a quinta colocação. Cabeça de chave, ganhou um novo ritmo com a convocação de Estêvão, artilheiro da “era Ancelotti”, e terá amistosos antes da Copa para avançar rumo ao título após 24 anos.

Marrocos

 

 

  • Ranking da Fifa: 11º
  • Última participação na Copa: 2022 (4º lugar)
  • Destaque: Achraf Hakimi (lateral-direito)
  • Técnico: Walid Regragui

 

Sensação da última Copa, o Marrocos tenta surpreender mais uma vez. A base do time semifinalista no Catar foi mantida, incluindo o técnico Walid Regragui. A equipe principal está invicta desde janeiro de 2024, quando foi eliminada pela África do Sul nas oitavas da Copa Africana de Nações. A trajetória marroquina nas eliminatórias foi impecável: 100% de aproveitamento, com oito vitórias em oito jogos, 22 gols marcados e apenas dois sofridos.

Escócia

 

 

  • Ranking da Fifa: 36º
  • Última participação na Copa: 1998 (fase de grupos)
  • Destaque: Scott McTominay (volante)
  • Técnico: Steve Clarke

 

A classificação da Escócia foi conquistada nos acréscimos da última rodada das Eliminatórias. Na primeira Copa desde 1998, os escoceses venceram a Dinamarca por 4 a 2 com brilho do volante McTominay, atual campeão italiano com o Napoli. Apesar da participação na Copa do Mundo, ficaram na fase de grupos da Euro e brigaram para não cair na Liga das Nações.

Haiti

 

 

  • Ranking da Fifa: 84º
  • Última participação na Copa: 1974 (fase de grupos)
  • Destaque: Jean-Ricner Bellegarde (meia)
  • Técnico: Sébastien Migné

 

O Haiti retorna à Copa do Mundo após mais de 50 anos de espera. A equipe foi uma das grandes surpresas das eliminatórias da Concacaf, liderando o grupo C, à frente de Honduras e da Costa Rica, seleção tradicionalmente destacada no continente. Com poucos destaques individuais, os holofotes se dividem entre Bellegarde, meio-campista que joga no futebol inglês, e Ricardo Adé, zagueiro da LDU.

GRUPO D

 

Análise de Henrique Fernandes, comentarista da Globo
— Diferentemente de 1994, quando caíram na chave da sensação Colômbia e da surpreendente Romênia (e mesmo assim avançaram), dessa vez os EUA recebem a Copa como favoritos em seu grupo. Mesmo o representante europeu (Turquia e Eslováquia são as que tem mais chance de se qualificar, pra mim) não são seleções da elite do continente.

— Apesar da maior força dos EUA, dá pra prever estreia duríssima contra o bom time do Paraguai, que fez uma parte final de Eliminatórias muito consistente. Os paraguaios, aliás, podem sonhar com uma campanha forte, calcada na sua defesa. A Austrália é experiente em Copas (vai pra 6ª seguida), mas inspira menos confiança. Vai acabar sendo um grupo divertido pelo equilíbrio entre as três fora os norte-americanos.

 

Estados Unidos

 

 

  • Ranking da Fifa: 14º
  • Última participação na Copa: 2022 (oitavas de final)
  • Destaque: Christian Pulisic (atacante)
  • Técnico: Mauricio Pochettino

 

Apesar do vice-campeonato da Copa Ouro para o México, os Estados Unidos chegam com força para sediar a Copa do Mundo. Mauricio Pochettino, ex-treinador de Chelsea e PSG, é quem comanda a seleção americana, que tem uma geração forte com Pulisic, do Milan, Balogun, do Monaco, e o meia Johnny, ex-Internacional. Na última Copa, caiu nas oitavas de final para a Holanda.

Paraguai

 

 

  • Ranking da Fifa: 39º
  • Última participação na Copa: 2010 (quartas de final)
  • Destaque: Diego Gómez (meia)
  • Técnico: Gustavo Alfaro

 

O Paraguai volta a disputar a Copa do Mundo após 16 anos. Sexta colocada nas Eliminatórias, a seleção paraguaia chegou a vencer o Brasil por 1 a 0. Gustavo Gómez e Ramón Sosa, do Palmeiras, são tituares na equipe do técnico Gustavo Alfaro.

Austrália

 

 

  • Ranking da Fifa: 26º
  • Última participação na Copa: 2022 (oitavas)
  • Destaque: Jackson Irvine (volante)
  • Técnico: Tony Popovic

 

Depois de ser eliminada pela campeã Argentina na Copa de 2022, a Austrália tenta passar da fase de grupos mais uma vez. Sem grandes destaques individuais, o time australiano investe na experiência de disputar mundiais initerruptamente desde a edição da Alemanha, em 2006. Nas eliminatórias, os "Socceroos" não tiveram vida fácil: avançaram no grupo da morte, derrotando a Arábia Saudita fora de casa na última rodada para garantir a vaga.

Playoff Europa D

 

A repescagem D da UEFA tem Dinamarca, Macedônia do Norte, República Tcheca e Irlanda disputando uma vaga na Copa. Dinamarqueses e macedônios se encaram em uma semifinal; o vencedor joga a decisão pela vaga fora de casa, contra o vencedor do duelo entre tchecos e irlandeses.

 

GRUPO E

 

— A Alemanha tem muitos bons jogadores, mas dependerá muito de como Wirtz e Musiala chegarão ao Mundial. Eles são os caras que podem fazer mais diferença. Mesmo sem estar em um bom momento, ainda vejo como primeira força. Equador e Costa do Marfim são duas seleções boas. Os equatorianos são muito organizados, com jogadores de experiência na Europa e em outros cenários competitivos. O Equador pode dar mais trabalho que a Costa do Marfim.

— Curaçao não sabemos o que esperar. É uma seleção inexpressiva que vai para a Copa do Mundo para fazer figuração. O Grupo E, assim como o A, pode ter três seleções classificadas.

 

Alemanha

 

 

  • Ranking da Fifa: 
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Florian Wirtz (meia)
  • Técnico: Julian Nagelsmann

 

Tetracampeã mundial, a Alemanha caiu na fase de grupos nas duas últimas edições da competição. Kimmich, mais experiente, lidera a defesa alemã em busca de uma mudança. Na frente, o técnico Julian Nagelsmann conta com os meias Wirtz e Musiala, este último lesionado desde a Copa de Clubes.

Curaçao

 

 

  • Ranking da Fifa: 82º
  • Última participação na Copa: nunca participou
  • Destaque: Tahith Chong (atacante)
  • Técnico: Dick Advocaat

 

Curaçao é mais uma equipe a escrever seu primeiro capítulo na história das Copas. Classificado em primeiro lugar no grupo B das eliminatórias da Concacaf, a equipe comandada pelo holandês Dick Advocaat segurou um empate fora de casa contra a Jamaica na última rodada para garantir a classificação.

Costa do Marfim

 

 

  • Ranking da Fifa: 42º lugar
  • Última participação na Copa: 2014 (fase de grupos)
  • Destaque: Franck Kessié (volante)
  • Técnico: Emerse Faé

 

De volta à Copa do Mundo depois de 12 anos, a Costa do Marfim chega ao Mundial depois de um ótimo ciclo. Nas eliminatórias, aproveitamento quase perfeito. Foram oito vitórias e dois empates em dez partidas, sem nenhuma derrota e nenhum gol sofrido. A seleção ainda ganhou a Copa Africana das Nações.

Equador

 

 

  • Ranking da Fifa: 23º
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Moisés Caicedo (volante)
  • Técnico: Sebastián Beccacece

 

É possível dizer que o Equador conta com a geração mais talentosa de sua história. Além de Moisés Caicedo, do Chelsea, a equipe conta com defensores de destaque na Europa e jovens promessas como Kendry Páez. Liderada por Sebastián Beccacece, a seleção equatoriana surpreendeu no ciclo e terminou em 2º lugar nas eliminatórias sul-americanas, além de forçar a disputa de pênaltis na Copa América contra a campeã Argentina.

GRUPO F

 

Análise de Henrique Fernandes, comentarista da Globo
— Um dos grupos mais interessantes pelo equilíbrio. Mesmo a Holanda, cabeça de chave, não é uma equipe das mais estáveis e teve momentos de dificuldade nas Eliminatórias nos dois empates com a Polônia. Aliás, a repescagem europeia pode classificar a própria Polônia para este grupo se passar por Ucrânia, Suécia e Albânia.

— Dessas equipes, a Suécia é a que tem mais jogadores de peso, mas é a que vive o pior momento. A Albânia pode ter Sylvinho representando os treinadores brasileiros na Copa. Os outros dois do grupo, dispensam apresentações: equipes que não perderam amistosos para o Brasil recentemente: Japão e Tunísia. Os quatro podem passar, os quatro podem ficar de fora. Grupo parelho.

 

Holanda

 

 

  • Ranking da Fifa: 
  • Última participação na Copa: 2022 (quartas de final)
  • Destaque: Van Dijk (zagueiro)
  • Técnico: Ronald Koeman

 

Fora da Copa em 2018, a Holanda voltou a disputar o Mundial em 2022, mas caiu nas quartas em um jogo emocionante contra a Argentina. Com Memphis Depay, do Corinthians, tem um ataque forte, que também conta com Gakpo, do Liverpool, time do zagueiro e destaque Van Dijk. Apesar dos bons jogadores, a Holanda não chegou longe na Liga das Nações e caiu na semifinal da Eurocopa.

GRUPO F

 

Análise de Henrique Fernandes, comentarista da Globo
— Um dos grupos mais interessantes pelo equilíbrio. Mesmo a Holanda, cabeça de chave, não é uma equipe das mais estáveis e teve momentos de dificuldade nas Eliminatórias nos dois empates com a Polônia. Aliás, a repescagem europeia pode classificar a própria Polônia para este grupo se passar por Ucrânia, Suécia e Albânia.

— Dessas equipes, a Suécia é a que tem mais jogadores de peso, mas é a que vive o pior momento. A Albânia pode ter Sylvinho representando os treinadores brasileiros na Copa. Os outros dois do grupo, dispensam apresentações: equipes que não perderam amistosos para o Brasil recentemente: Japão e Tunísia. Os quatro podem passar, os quatro podem ficar de fora. Grupo parelho.

 

Holanda

 

 

  • Ranking da Fifa: 
  • Última participação na Copa: 2022 (quartas de final)
  • Destaque: Van Dijk (zagueiro)
  • Técnico: Ronald Koeman

 

Fora da Copa em 2018, a Holanda voltou a disputar o Mundial em 2022, mas caiu nas quartas em um jogo emocionante contra a Argentina. Com Memphis Depay, do Corinthians, tem um ataque forte, que também conta com Gakpo, do Liverpool, time do zagueiro e destaque Van Dijk. Apesar dos bons jogadores, a Holanda não chegou longe na Liga das Nações e caiu na semifinal da Eurocopa.

GRUPO F

 

Análise de Henrique Fernandes, comentarista da Globo
— Um dos grupos mais interessantes pelo equilíbrio. Mesmo a Holanda, cabeça de chave, não é uma equipe das mais estáveis e teve momentos de dificuldade nas Eliminatórias nos dois empates com a Polônia. Aliás, a repescagem europeia pode classificar a própria Polônia para este grupo se passar por Ucrânia, Suécia e Albânia.

— Dessas equipes, a Suécia é a que tem mais jogadores de peso, mas é a que vive o pior momento. A Albânia pode ter Sylvinho representando os treinadores brasileiros na Copa. Os outros dois do grupo, dispensam apresentações: equipes que não perderam amistosos para o Brasil recentemente: Japão e Tunísia. Os quatro podem passar, os quatro podem ficar de fora. Grupo parelho.

 

Holanda

 

 

  • Ranking da Fifa: 
  • Última participação na Copa: 2022 (quartas de final)
  • Destaque: Van Dijk (zagueiro)
  • Técnico: Ronald Koeman

 

Fora da Copa em 2018, a Holanda voltou a disputar o Mundial em 2022, mas caiu nas quartas em um jogo emocionante contra a Argentina. Com Memphis Depay, do Corinthians, tem um ataque forte, que também conta com Gakpo, do Liverpool, time do zagueiro e destaque Van Dijk. Apesar dos bons jogadores, a Holanda não chegou longe na Liga das Nações e caiu na semifinal da Eurocopa.

Japão

 

 

  • Ranking da Fifa: 18º
  • Última participação na Copa: 2022 (oitavas)
  • Destaque: Kaoru Mitoma (atacante)
  • Técnico: Hajime Moriyasu

 

O Japão chega como candidato a ser a surpresa da Copa. No Catar, a campanha já impressionou, com vitórias sobre Alemanha e Espanha e liderança no grupo da morte. Para 2026, a equipe japonesa chega com um desempenho ainda mais sólido, com vitórias históricas sobre o Brasil e uma goleada por 4 a 1 sobre os alemães na Alemanha. O time foi soberano nas eliminatórias asiáticas, com 13 vitórias em 16 jogos disputados.

Playoff Europa B

 

A vaga B da repescagem europeia pode ser considerada uma das mais imprevisíveis. A Ucrânia enfrenta a Suécia em uma semifinal, com Polônia e Albânia decidindo a outra. Os vencedores disputam a vaga. Possível estreante em Copas, a seleção albanesa é treinada pelo brasileiro Sylvinho.

 

Tunísia

 

 

  • Ranking da Fifa: 40º
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Hannibal Mejbri (meia)
  • Técnico: Sami Trabelsi

 

Na terceira Copa do Mundo seguida, a Tunísia quer passar da fase de grupos. Recentemente, empataram por 1 a 1 com o Brasil em amistoso. Nas Eliminatórias, não sofreram gols em dez partidas e marcaram 22 gols. Hannibal, que joga a Premier League pelo Burnley, veste a camisa 10 e é o principal jogador.

GRUPO G

 

Análise de Henrique Fernandes, comentarista da Globo
— Podemos dizer que a Bélgica deu sorte. A Seleção, que tem poucos representantes da sua "talentosa geração" de Copas passadas, vive o pior momento desde o ciclo de 2018. Em um grupo mais equilibrado, teria chances reais de ficar de fora do mata-mata como foi no Qatar. A questão é que as três equipes de seu grupo não tem apresentado grande potência ofensiva nos tempos recentes, sobretudo em Copas recentes.

— Egito tem Salah, mas ele não vem bem no Liverpool e os Faraós foram só o 10º ataque nas Eliminatórias Africanas. O Irã foi o líder de grupo das Eliminatórias Asiáticas com menos gols marcados e a Nova Zelândia, que vai a sua 3ª Copa, ainda busca sua primeira vitória na competição.

 

Bélgica

 

 

  • Ranking da Fifa: 8º
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Thibaut Courtois (goleiro)
  • Técnico: Rudi García

 

A “geração belga” falhou na Copa de 2022 e caiu na fase de grupos, mas busca uma renovação com Doku, do City, e Trossard, do Arsenal. De Bruyne, na reta final da carreira, ainda exerce papel de liderança na Bélgica. Ainda assim, o ciclo contou com eliminação nas oitavas da Euro e briga para não cair na Liga das Nações.

Egito

 

 

  • Ranking da Fifa: 34º
  • Última participação na Copa: 2018 (fase de grupos)
  • Destaque: Mohamed Salah (atacante)
  • Técnico: Helmi Toulan

 

O desempenho do Egito nas Eliminatórias foi quase perfeito: oito vitórias e dois empates em dez jogos. Líder do grupo, sofreu somente dois gols e marcou 20, nove deles de Mohamed Salah. O craque egípcio foi destaque no título inglês do Liverpool na última temporada e esteve entre os melhores jogadores do mundo.

Irã

 

 

  • Ranking da Fifa: 20º
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Mehdi Taremi (atacante)
  • Técnico: Amir Ghalenoei

 

O Irã chega à quarta Copa do Mundo consecutiva com a expectativa de passar da fase de grupos pela primeira vez em sua história. Sem grandes talentos individuais, o time aposta em Taremi, atacante experiente com passagens pelo futebol português e italiano. Nas eliminatórias, os iranianos avançaram sem sustos, vencendo 11 dos 16 jogos disputados.

Nova Zelândia

 

 

  • Ranking da Fifa: 86
  • Última participação na Copa: 2010 (fase de grupos)
  • Destaque: Chris Wood (atacante)
  • Técnico: Darren Bazeley

 

A Nova Zelândia se aproveitou do aumento do número de seleções e garantiu a vaga direta da Oceania. Um dos primeiros times a se classificar para a Copa, a equipe não teve bons resultados após as eliminatórias: foram oito amistosos, seis derrotas, um empate e apenas uma vitória. O principal destaque é Chris Wood, centroavante que atua no futebol inglês.

GRUPO H

 

Análise de Ana Thaís Matos, comentarista da Globo
— É um grupo que tem uma favorita ao título da Copa, a Espanha. A líder do ranking da FIFA, Espanha, carrega uma longa invencibilidade e um time pronto e com talentos individuais como Lamine Yamal e Pedri como diferenciais para mais um mundial. O modelo de jogo mudou, e uma equipe bastante sólida, com um meio campo mais objetivo e um ataque mais vertical. O Uruguai parece não se conectar com Marcelo Bielsa, e o treinador já admitiu que mantem uma relação não tão fácil com o time, mas tem em valores como Federico Valverde e Arrascaeta, a possibilidade para buscar essa classificação e mais do que isso, competir.

— Sabendo da valente Arábia Saudita (que venceu a Argentina na estreia da Copa do Mundo do Catar) e tem na coragem de se assumir como zebra e uma torcida muito presente para buscar uma classificação. Já Cabo Verde fez uma eliminatória impecável, com apenas uma derrota e deixando pra trás no grupo as experientes seleções de Camarões e Angola. É um grupo com a seleção favorita para a Copa, mas sem nenhuma certeza sobre a segunda classificada.

 

Espanha

 

 

  • Ranking da Fifa: 1º
  • Última participação na Copa: 2022 (oitavas de final) - 1 título (2010)
  • Destaque: Lamine Yamal (atacante)
  • Técnico: Luis De La Fuente

 

Líder do ranking da Fifa, campeã da Eurocopa, vice da Liga das Nações... A Espanha teve um ciclo quase perfeito desde a eliminação nas oitavas de final da Copa de 2022. Com Yamal, Pedri, Nico Williams, Rodri e cia., venceu a Euro e impressionou durante o torneio. Chega como uma das principais candidatas ao título mundial.

Cabo Verde

 

 

  • Ranking da Fifa: 68
  • Última participação na Copa: nunca participou
  • Destaque: Nuno da Costa (atacante)
  • Técnico: Bubista

 

Uma das grandes histórias das eliminatórias, Cabo Verde é mais uma seleção a estrear em mundiais. A equipe desbancou Camarões nas eliminatórias africanas, liderando o grupo D do torneio. Antes, os "tubarões azuis" já haviam chegado às quartas de final da Copa Africana de Nações, caindo para a África do Sul nos pênaltis.

Arábia Saudita

 

 

  • Ranking da Fifa: 60º
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Salem Al-Dawsari (atacante)
  • Técnico: Hervé Renard

 

A Arábia Saudita chega para a terceira Copa do Mundo seguida e com o mesmo treinador da última edição. O francês Hervé Renard comanda os sauditas, que avançaram atrás da Jordânia nas Eliminatórias, mas aparecem como uma das grandes forças da Ásia. Salem Al-Dawsari, um dos principais jogadores do Al-Hilal, é o camisa 10 e craque da seleção

Uruguai

 

 

  • Ranking da Fifa: 16
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Federico Valverde (volante)
  • Técnico: Marcelo Bielsa

 

O Uruguai tenta voltar a fazer uma boa campanha após o fiasco de 2022, quando caiu na fase de grupos. Ainda que com muitos problemas de relacionamento com o vestiário, Marcelo Bielsa conseguiu uma sólida sequência de resultados no ciclo. Além da semifinal na Copa América de 2024 (eliminando o Brasil na campanha), o Uruguai terminou em 4º lugar nas eliminatórias da Conmebol, tendo empatado em pontos com a Colômbia, terceira colocada.

GRUPO I

 

Análise de Carlos Eduardo Mansur, comentarista da Globo
— A França pode se queixar do sorteio. Senegal tem talentos em clubes importantes e, ainda que coletivamente tenha se mostrado frágil no amistoso com o Brasil, não é um adversário confortável. Já a Noruega era, certamente, o time a evitar no Pote 3: os franceses terão que lidar com o poderio ofensivo de uma seleção com Haaland, Sorloth, Odegaard e os pontas Bobb e Nusa.

— O time de Deschamps, montado em meio a uma das maiores fontes de talento do mundo, segue deixando dúvidas em relação à qualidade do jogo, especialmente contra defesas que se protegem mais. Ainda assim, a reunião de Mbappé, Doué, Olise, Barcola e outros representa poderio ofensivo suficiente para gerar gols. Num Mundial que classificará oito dos 12 terceiros colocados, golear o time que vier…

 

França

 

 

  • Ranking da Fifa: 
  • Última participação na Copa: 2022 (vice-campeã) - 2 títulos (1998 e 2018)
  • Destaque: Kylian Mbappé (atacante)
  • Técnico: Didier Deschamps

 

Com duas finais nas duas últimas edições da Copa do Mundo, a França quer voltar a ser campeã após o vice no Catar. Mbappé vive grande fase no Real Madrid e, com seus 12 gols, pode se tornar o mais artilheiro de Copas. Será o último Mundial de Deschamps no comando da seleção francesa. No ciclo, foi a terceira colocada da Eurocopa e da Liga das Nações.

Senegal

 

 

  • Ranking da Fifa: 19
  • Última participação na Copa: 2022 (oitavas)
  • Destaque: Sadio Mané (atacante)
  • Técnico: Pape Thiaw

 

Uma das principais potências africanas, o Senegal chega mais discreto do que em outros mundiais. Craque do time, Sadio Mané se transferiu para o futebol saudita, e o time conta com poucas estrelas nos principais clubes europeus. O ciclo foi de altos e baixos - ainda que eliminada nas oitavas da Copa Africana de Nações, a seleção senegalesa venceu Brasil e Inglaterra pela primeira vez na história e terminou as eliminatórias invicta.

Repescagem Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque)

 

A vaga 2 da repescagem intercontinental tem Bolívia e Suriname se enfrentando para definir o adversário do Iraque na decisão. Enquanto os bolivianos não jogam um mundial desde 1994 e os iraquianos desde 1986, o Suriname pode ser mais uma seleção a estrear em Copas.

Noruega

 

 

  • Ranking da Fifa: 29º
  • Última participação na Copa: 1998 (oitavas de final)
  • Destaque: Erling Haaland (atacante)
  • Técnico: Ståle Solbakken

 

Embalada pelo artilheiro Haaland, a Noruega é a grande força do pote 3 da Copa do Mundo de 2026. Sem perder desde outubro de 2024, não disputou a Eurocopa, mas avançou na liderança do grupo das Eliminatórias e deixou a Itália para trás. Foram 37 gols em oito jogos para os noruegueses, que também contam com Odegaard, do Arsenal, e Sorloth, do Atlético de Madrid.

GRUPO J

 

Análise de Carlos Eduardo Mansur, comentarista da Globo
— A Argentina sai com boas sensações de Washington e é favorita caso consiga manter o bom padrão de seus melhores jogos neste ciclo. Ainda assim, a capacidade de ser competitiva foi pouco testada desde o título no Catar, já que a AFA, entre escolhas e compromissos comerciais, optou por jogos contra rivais muito frágeis. Ainda assim, o time tem uma ideia clara de jogo e até mostrou boa adaptação aos momentos em que não teve Messi. Ainda assim, precisará ter atenção.

— A Áustria de Ralf Rangnick é um bom time, montado para pressionar de forma corajosa e produzir ataques rápidos. A força do time está no meio-campo formado por Baumgartner, Sabitzer e o polivalente Laimer. Certamente, tentará impor intensidade e transições ao jogo de busca por posse de bola dos argentinos. Já a Argélia tem um time com talentos, mas é pouco homogêneo. No setor de criação e no ataque, conta com Mahrez, ex-Manchester City e hoje na Arábia Saudita, Amoura, do Wolfsburg, e o meia Aouar, outro que foi para a Arábia Saudita após jogar por Lyon e Roma. Já a inexperiente Jordânia surge como o azarão da chave.

 

Argentina

 

 

  • Ranking da Fifa: 2º
  • Última participação na Copa: 2022 (campeã) - 3 títulos (1978, 1986 e 2022)
  • Destaque: Lionel Messi (meia)
  • Técnico: Lionel Scaloni

 

Atual campeã mundial, a Argentina não ficou para trás desde o título conquistado no Catar. Invicta, venceu a Copa América nos Estados Unidos com somente um gol sofrido durante todo o torneio. Messi, mesmo aos 38 anos, segue como “o cara” da seleção, mas com os jovens Julián Álvarez, Almada e Mastantuono ao seu lado em busca do tetra.

Argélia

 

 

  • Ranking da Fifa: 35º
  • Última participação na Copa: 2014 (oitavas de final)
  • Destaque: Riyad Mahrez (meia)
  • Técnico: Madjid Bougherra

 

A Argélia volta a disputar a Copa do Mundo. Na última vez que jogou a competição, em 2014, caiu para a campeã Alemanha nas oitavas. Com o experiente Mahrez, ex-Manchester City, foi a primeira colocada em seu grupo das Eliminatórias e voltou a se classificar à Copa.

Áustria

 

 

  • Ranking da Fifa: 24
  • Última participação na Copa: 1998 (fase de grupos)
  • Destaque: Konrad Laimer (volante)
  • Técnico: Ralf Rangnick

 

Os austríacos vivem a expectativa de disputar sua primeira Copa no século. Depois de 28 anos ausentes de mundiais, a equipe não chega com grandes ambições, mas vem de um bom ciclo. Treinada por Ralf Rangnick, considerado um dos mentores da escola de técnicos alemães, a seleção da Áustria liderou o grupo H das eliminatórias europeias com 19 pontos de 24 possíveis.

Jordânia

 

 

  • Ranking da Fifa: 66
  • Última participação na Copa: nunca participou
  • Destaque: Yazan Al-Naimat (atacante)
  • Técnico: Jamal Sellami

 

A Jordânia chega à primeira Copa de sua história depois de um grande ciclo. Vice-campeã da Copa da Ásia, o time ficou em 2º lugar no Grupo B das eliminatórias asiáticas, conseguindo arrancar um empate da Coreia do Sul na campanha.

GRUPO K

 

Análise de Rodrigo Coutinho, comentarista da Globo
— Portugal é muito favorito se classificar. Quem chegar mais perto é a Colômbia, que tem um time muito competitivo. Ficou nítido nas Eliminatórias, quando eles deram trabalho para Argentina e Brasil. Portugal tem mais jogadores e taticamente ainda pode evoluir. Uzbequistão tem pouca chance de fazer grande pontuação, assim como o Congo, que é o favorito para pegar a vaga da repescagem.

 

Portugal

 

 

  • Ranking da Fifa: 6º
  • Última participação na Copa: 2022 (quartas de final)
  • Destaque: Cristiano Ronaldo (atacante)
  • Técnico: Roberto Martínez

 

Campeã da Liga das Nações com o brilho de Cristiano Ronaldo, a seleção portuguesa superou a favorita Espanha para faturar o título. Aos 40 anos, CR7 lidera um time com jovens portugueses, como Nuno Mendes e Vitinha, vencedores da Champions League com o PSG. A classificação à Copa foi selada com um 9 a 1 sobre a Armênia para mostrar a força da seleção portuguesa antes do Mundial.

Repescagem Intercontinental 1(RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia)

 

A vaga 1 da repescagem intercontinental tem a República Democrática do Congo como principal destaque. A equipe, que não disputa um mundial desde 1974 - quando caiu no grupo do Brasil ainda como Zaire -, aguarda o vencedor de Jamaica x Nova Caledônia para disputar um jogo único no México valendo vaga na Copa.

Uzbequistão

 

 

  • Ranking da Fifa: 50º lugar
  • Última participação na Copa: Nunca participou
  • Destaque: Eldor Shomurodov (atacante)
  • Técnico: Fabio Cannavaro

 

A seleção asiática será uma das estreantes da Copa do Mundo de 2026. O zagueiro italiano campeão mundial em 2006 assumiu o comando do time após a classificação para o Mundial e tentará surpreender o planeta na primeira participação do Uzbequistão, que tem 37 milhões de habitantes. Khusanov, zagueiro do Manchester City, é o jogador mais conhecido, mas a referência do time é Shomurodov, artilheiro da seleção, com 44 gols em 87 jogos.

 

Colômbia

 

 

  • Ranking da Fifa: 13
  • Última participação na Copa: 2018 (oitavas)
  • Destaque: Luis Díaz (atacante)
  • Técnico: Néstor Lorenzo

 

Ausente no Catar, a Colômbia retorna aos mundiais em 2026 com a expectativa de repetir o bom desempenho de 2014 e 2018. Liderada por Luis Díaz e o experiente James Rodríguez, a seleção colombiana teve um início de ciclo muito forte: foram 28 jogos de invencibilidade, marca quebrada pela Argentina na final da Copa América de 2024. A equipe ficou em 3º lugar nas eliminatórias da Conmebol, com sete vitórias, sete empates e quatro derrotas.

GRUPO L

 

Análise de Ana Thaís Matos, comentarista da Globo:
— Mais uma Copa do Mundo Que a Inglaterra chega favorita e com uma grande geração, mas pressionada após os vices nas euro de 2021 e 2024. Com Rice James e Harry Kane, mais uma vez a Inglaterra tenta espantar a fama de “jogamos como nunca e perdemos como sempre” para finalmente voltar a confirmar todo favoritismo. Num grupo com Croácia que despachou Brasil na última Copa pra chegar na semifinal diante da campeã Argentina e foi vice em 2018. É uma geração de envelhecida, mas ainda competitiva.

— Gana passou por altos e baixos, não conseguiu se classificar para a Copa Africana de Nações e isso gerou muita pressão e quase a troca de treinador. Embora não seja mais a geração de 2010 está no grupo como terceira força já que Panamá é um time sem tanta representatividade no mundo do futebol e disputando apenas a segunda Copa do Mundo mundo da história.

 

Inglaterra

 

 

  • Ranking da Fifa: 4º
  • Última participação na Copa: 2022 (quartas de final) - 1 título (1966)
  • Destaque: Harry Kane (atacante)
  • Técnico: Thomas Tuchel

 

A Inglaterra trocou de treinador durante o caminho para a Copa de 2026. Gareth Southgate deixou o cargo após o vice da Eurocopa, e Thomas Tuchel assumiu o cargo na virada para 2025. Até o sorteio, foram 10 jogos, nove vitórias e uma derrota. O artilheiro da seleção inglesa, Harry Kane, é destaque do Bayern de Munique na Bundesliga e na Champions League.

Croácia

 

 

  • Ranking da Fifa: 10º
  • Última participação na Copa: 2022 (3º lugar)
  • Destaque: Luka Modric (meia)
  • Técnico: Zlatko Dalic

 

Depois de duas grandes campanhas em 2018 (vice-campeã) e 2022 (3º lugar), a Croácia tenta emplacar mais uma boa Copa. Sob o comando de Zlatko Dalic, mesmo técnico nos mundiais da Rússia e do Catar, o time tem como destaque o craque Luka Modric, que deverá se aposentar após o torneio. Nas eliminatórias, os croatas não tiveram dificuldades: foram sete vitórias e um empate, liderando o grupo L da UEFA.

Gana

 

 

  • Ranking da Fifa: 72
  • Última participação na Copa: 2022 (fase de grupos)
  • Destaque: Mohammed Kudus (meia)
  • Técnico: Otto Addo

 

A seleção ganesa não vem de grandes resultados no ciclo. Além de ter sido eliminada na fase de grupos da última Copa Africana de Nações, o time sofreu com uma grande irregularidade que o levou à 72ª posição do ranking da Fifa, ficando à frente de apenas três seleções classificadas para a Copa. Ainda assim, Gana conta com bons destaques individuais, como Kudus, Iñaki Williams e Sulemana.

Panamá

 

 

  • Ranking da Fifa: 30º
  • Última participação na Copa: 2018 (fase de grupos)
  • Destaque: Adalberto Carrasquilla (meia)
  • Técnico: Thomas Christiansen

 

A seleção panamenha disputou a Copa do Mundo pela primeira vez em 2018 e caiu na fase de grupos, O Panamá não se classificou para a última edição, mas ficou na liderança do grupo nas Eliminatórias e avançou ao Mundial novamente. Além do meia Carrasquilla, também tem como destaques o ponta Ismael Díaz e o centroavante Cecilio Waterman, campeão chileno pelo Coquimbo Unido.

 

Fonte/Créditos: Globo Esporte

Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte

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