Um problema burocrático travou a chegada do volante Zé Rafael, do Santos, ao Equador, onde o clube estreia na Copa Sul-Americana. O Peixe enfrenta o Deportivo Cuenca, nesta quarta-feira, às 19h (de Brasília), no estádio Alejandro Serrano Aguilar, em Cuenca.
Para liberar a entrada de brasileiros no país, o governo do Equador determina que o passaporte tenha, ao menos, seis meses de validade. No entanto, o documento do jogador do Peixe tem vencimento em julho.
Após quase seis horas de viagem, o atleta precisou ficar mais tempo no setor de imigração do aeroporto de Cuenca. A estrutura do setor no local era improvisada para receber a delegação alvinegra, já que o aeroporto da cidade não é internacional. Por conta disso, a situação demorou para ser solucionada.
Para ser liberado, o volante precisou assinar um termo especial emitido pela imigração equatoriana que autoriza Zé Rafael a participar do jogo entre Deportivo Cuenca e Santos.
O documento determina que o atleta cumpra uma ordem para deixar o país logo depois da partida. Contudo, essa ordem não interfere no planejamento do clube, que já previa o retorno ao Brasil após o jogo.
Situações burocráticas envolvendo a imigração equatoriana já haviam causado, por exemplo, a ausência do volante Tomás Rincón para o duelo contra o Deportivo Cuenca.
O veterano não possui visto para entrar no Equador. Desde 2019, o país adotou a exigência do documento para cidadãos venezuelanos como uma barreira para controlar o fluxo migratório.
O pedido para obtenção do visto teria que ser feito 60 dias antes. Contudo, o sorteio que definiu as chaves da Sul-Americana ocorreu somente em 19 de março
Fonte/Créditos: Globo Esporte
Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte
Comentários: