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Análise: Corinthians decepciona e levanta questionamentos no fim da fase de grupos da Libertadores

Timão começa competição embalado, com três vitórias, mas avança às oitavas de final em uma sequência de três jogos sem vencer

Análise: Corinthians decepciona e levanta questionamentos no fim da fase de grupos da Libertadores
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O Corinthians começou a fase de grupos da Conmebol Libertadores com três vitórias e sem levar gols, mas a terminou com uma sequência de dois empates e uma derrota - a primeira na competição - e com um péssimo desempenho.

O Timão teve uma atuação frustrante na derrota por 2 a 0 para o Platense, da Argentina, na última partida em casa, diante do seu torcedor, antes da pausa para a Copa do Mundo. No próximo sábado, a equipe visita o Grêmio em Porto Alegre, em jogo válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, e sai de férias na sequência.

O resultado em casa, com jogo coletivo ruim e desempenho individual pior ainda, levantou questionamentos - muitos deles realizados diretamente ao técnico Fernando Diniz na entrevista coletiva.

Ele teve de responder sobre a queda de rendimento de Yuri Alberto após o atacante dizer publicamente que queria sair do Corinthians no meio do ano, as falhas de Hugo Souza, as vaias a Allan, as atuações ruins de André, as expressivas dificuldades recentes do time ao tentar produzir e finalizar mais e até os resultados menos empolgantes do que no início da Libertadores.

Próximo da chegada de Diniz, o Timão começou vencendo os três adversários do Grupo E por 2 a 0. Nos jogos do segundo turno, porém, empatou com o Santa Fe no sufoco; arrancou outro empate com o Peñarol; e encerrou a trajetória na fase de grupos, já classificado para as oitavas de final como líder, com uma derrota frustrante em casa para o Platense.

Os desempenhos recentes - e as várias questões levantadas na derrota para o time argentino - mostram que Diniz ainda tem muito o que trabalhar no Corinthians. Para além da necessidade de recuperar os atletas em má fase e melhorar o coletivo, a principal tarefa é fazer com que a equipe pare de oscilar ou oscile menos.

Isso seria especialmente essencial para o Brasileirão, campeonato no qual o Timão luta para se afastar das últimas colocações, mas também seria importante para a Libertadores.

A partir de agora, no mata-mata, oscilações como a apresentada contra o Platense podem ser decisivas na competição.

Fonte/Créditos: Globo Esporte

Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte

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