Essa vitória sobre a Escócia, em Miami, repetindo os 3 a 0 do jogo com o Haiti, consolida caminhos que o treinador achou por acaso, após a contusão de Raphinha. A entrada de Rayan como um ponta que pressiona a saída de bola e recompõe fechando corredor pela direita equilibrou o time.
Ele sustenta o jogo pela direita na boa associação com Matheus Cunha, e serve como opção à dupla Paquetá e Vini JR na esquerda. E, o melhor: Rayan, Vini e Cunha se revezam no jogo pelo corredor central, quando acionados pelos homens do meio - Casemiro, Paquetá e Bruno Guimarães.
É o sistema de Ancelotti ganhando forma, conteúdo e a presença de Neymar - que ainda tem muito a evoluir, mas já fortalece a autoestima. Com um pouco mais de ajustes defensivos, e um tanto de sorte, a seleção até aqui desacreditada se transformará num possível em candidato ao título.
Obra de um treinador acostumado a montar times competitivos.
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